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terça-feira, 3 de novembro de 2009

HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE ASSU

Não há uma noticia certa e inconstetavel dos primeiros fundamentos da colonização da Ribeira do Assu. Relata Ferreira NOBRE (BREVE NOTICIA, pág. 44), que no ano de 1650, uma tribo de numerosos índios levantou o os seus fundamentos (da cidade), dando lhe o nome de Tabu assú, que quer dizer – aldeia grande.
Outros asseguram, porém, que, em 1668, os índios potyguares, que haviam acompanhado o chefe Camarão a Pernambuco, durante a guerra contra os holandeses, informaram ao capitão João Fernandes Vieira que, no sertão do Rio Grande do Norte, havia uma Ribeira chamada Assu, onde habitavam várias nações de tapuyos bravios, que dominavam as margens de um extenso e largo rio, do mesmo nome.
Fernandes Vieira mandou aprestar uma expedição de homens devidamente preparados. Sob a guia dos indigeneas que o informaram, a fim de tentar a colonização da mesma Ribeira. Para ali se dirigiu a expedição com grandes riscos de vida e avultados dispêndios, a qual conseguiu chegar ao lugar, onde fundou o Arrayal, para centro das operações, à margem esquerda do rio. Este nome ainda hoje é conservado, depois de passar 432 anos.
Posseguia o serviço de colonização, quando faleceu Fernandes Vieira, e a sua viúva, Dona Maria Cezar, a 14 de fevereiro de 1882, requereu ao mestre de Campo da Bahia de São Salvador, General Roque da Costa BARRETO, a concessão da sesmaria dessas terras colonizadas oor seu marido, sob a alegação de sua posse, trabalho preliminar e despresas realizadas com a conquista e a manutenção da sua gente
Portanto, de acordo com o primeiro pesquisador do Estado do Rio Grande do Norte, Manuel Ferreira Nobre, o fundador do município de Assu foi o senhor JOÃO FERNANDES VIEIRA, porém, nossos pesquisadores afirmam que ABREU SOARES, em 1687; o que BERNARDO VIEIRA levantou, em fevereiro de 1696, foi presídio de Nossa Senhora dos Prazeres, o que ficou guarnicido por 30 soldados, mantidos pelos moradores do lugar.
Concedida a sesmaria nas terras do Assu por força do alvará de 17 de fevereiro de 1682, com 15 léguas quadradas de terras a contar da embocadura no mar de um dos braços do rio assu, denominado Conchas e dali, rio acima, até chegar à lagoa do Piató; desta, ao nascente, fazendo a quadra e declinado a reta para o norte, até o litoral, onde já estava um marco de terras do mesmo Fernandes Vieira, pouco acima do lugar Caiçara de Touros.
A vista extensão da dita semaria compreendida todo o território do atual município do Assu e os demais atuais municípios desmembrados do de Assu, medindo 156 quilômetros, de norte a sul e 60 de leste a oeste, perfazendo 62.400 quilômetros quadrados
A colonização da Ribeira do Assu teve, porém, enormes dificuldades opostas pelos naturais da terra, numerosas tribo tapuya, que declsrou guerra de morte aos colonizadores, a quem causava toda sorte de danos e, medonhas investidas.
As continuam tropelias dos índios pela Ribeira do assu fizeram dali o centro das forças da guarnição do Norte, sob o comando de um capitão general, e veio dali resultar ter sido construída uma capitania independente da de Natal (Dr. Coelho Rodrigues e Dr. V. Lemos, Revista do Instituto Histórico do Rio Grande do Norte, pág. 62 do volume 1º).
Era ao tempo do governo do capitão-mor Paschoal Gonçalves de Carvalho (ver Capitães mores, do Dr. V. Lemos, pág 38) e este fez seguir para aquela Ribeira, no ano de 1686, uma expedição bem armada de 150 infantes e quatro capitães da Ordenança e os índios do terço do Camarão, sob o comando do capitão-mór MANOEL DE ABREU SOARES .
Ali chegando, a tropa encontrou destruído o Arrayal, cujas casas os índios saquearam, tendo feito grande mortandade de gente e animais
ABREU SOARES mandou dar sepultura às ossadas encontradas e seguiu na pista dos selvagens, que tinham ido prover-se de sal, em Mossoró. Ali os encontrando deu-lhes combate, fazendo grande matança, e dispersando-os, mas, perdendo no encontro dois homens e tendo um ferido.
Voltou ABREU SOARES à Ribeira do Assu, onde acampou seis léguas acima do Arraial destruindo, mandando construir, à margem esquerda do rio, uma Casa Forte, para abrigo dos soldados contra os ataques do gentio. Dali vem o nome desse lugar, ainda conservado.
Demorando-se aí por mais de 4meses, sem que o molestassem os tapuyos, resolveu Abreu Soares voltar a Natal, sendo substituído no comando pelo sargento-mór MANOEL DA SILVA VIEIRA, seu imediato.
Novos ataques dos selvagens foram repelidos por Vieira, fortificado naquela Casa, embora sem poder dar caça aos índios rebelados.
Informando o governo da Capitania, fez coltar ao Assú o capitão-mór Abreu Soares, no ano de 1687, a fim de debandar os tapuyos.
Efetivamente, Soares bateu os selvagens em novas investidas, e conseguiu prossegui-los durante 25 dias, pelos sertões afora, onde também esperavam as forças do terço dos Paulistas, desbaratando aquele bando de índios, que haviam conflagrado por toda a capitania, mas, no Assu, tiveram o seu ponto culminante.
Soares dói nessa perseguição até o Ceará, onde se aprovisionou de mantimentos, para a viagem de regresso à Ribeira do Assú, e ali chegou com três meses de viagens, acampando no dia 20 de julho de 1887. Na fralda de uma colina arenosa, à margem esquerda de um braço do rio Assu, lugar onde se diz, que fora o principal alojamento dos índios, conhecido por Taba Assú, a cerca de dois quilômetros da Casa Forte, pelo lado sul.
Ficou fundado ali um novo arraial, com o nome de Santa Margarida, em lembrança do dia em que ali chegara e da Santa nele invocada, nome esse que foi, pouco a pouco, substituindo pelo de Assú, devido à Ribeira e ao Rio.

PROGREDIA O ARRAYAL

A Luta dos índios continuava feroz. Consumundo-se vida e haveres para a exterminação dos rebelados.
Por isso, a ordem regia de 6 de março de 1694 mandou que o governador de Pernambuco – CAETANO DE MELLO CASTRO, tratasse de instalar, no Piranhas e no Jaguaribe, duas aldeias de índios, cada um com cem casais desses, 20 soldados e um cabo afeito à guerra, custeados pela real Fazenda, e fundando-se povoações (Vide Capitães-móres, 1º volume, 64.
Em 1697, já existam as duas aldeias (Questão de limites, Dr. Lyra e Lemos, pág. 5).
Porque Agostinho César de Andrade, capitão-mór do Rio Grande do Norte, não pudera cumprir a odem-regia, seu sucessor Bernardo Vieira de Melo, a 6 de fevereiro de 1696, de acordo com o ouvidor geral, Christovão Soares Reiymão, seguiu, com 30 soldados negros vindis de Pernambuco, para a Ribeira do assú, onde segundo afirma o Dr. V. DE Lemos, “fundou o arraial de Nossa Senhora dos Prazeres, naturalmente a 24 de abril de 1696 (CAPITÃES-MÓRES, 70).
Mia tarde, conseguia a paz com os janduis, sob a direção dos missionários capuchinhos para ali enviados pela metrópole, a instancias da Bernardo Vieira, ocorreu, porém, em 1699, novo levante provocado pelo mestre de campo do terço dos paulistas MANUEL ALVARES NAVARRO, nomeado governador da Campanha dos índios do Rio São Francisco até o Ceará (Capitães-mores, pág. 75).
Mas, essa rebelião foi julgada, destituído e processado o seu instigador.
Logo depois a Carta-regia de 11 de fevereiro de 1701 fez passar da jurisdição da Bahia para a de Pernambuco, a Capitania do Rio Grande
Em fins de 1775para 1776, a Ribeira do Assu tinha 21 léguas de costa, a começar na fazenda Jatobá, que dividia com a Ribeira do Apody, correndo para o Norte, buscando a marinha ate à ponta do Mel, onde também dividia com o Apody, corria o rumo de leste, ate Aguamaré, e para o sul até a fazenda Senhora, e o riacho Garganta, do PADRE David, onde ia continuar com a Parayba e o Seridó.
O movimento de carnes e coirama atraiam as oficinas três a quatro barcos, todos os anos, trazendo mercadorias (Ver A Republica, nº 160, de 9 de abril de 1892).
O Alvará de 3 de julho de 1783 concedeu a povoação de São João Batista da Ribeira do Assu, o título de Villa Nova da Princesa, com Juizado ordinário e um Senado da Comarca, o qual foi criado pelo desembargador ouvidor geral da Parayba, ANTONIO PHILIPPE DE ANDRADE BREDERODE, em 1790, e foi confirmado pela Resolução do Conselho Provincial, em sessão de 25 de outubro de 1831, que lhe deu foros de Comarca Municipal.

CIDADE

É o segundo município mais antiga da região Oeste, perdendo somente para o de Portalegre, criado a 6 de junho de 1755, foi instalado em 11 de agosto de 1788. Assu é a cidade mais velha do Rio Grande do Norte criado pela Lei nº 125, de 16 de outubro de 1845, com 1.240,1 km², equivalente a 2,38% sobre o território potiguar. Assu terra dos poetas e de meu saudoso pai MANOEL FRANCISCO DAS CHAGAS e tem o título de ter sido a primeira comunidade interiorana norte-rio-grandense a ganhar uma Comarca, criada pela Lei nº 13, de 1935, expedida pelo Conselho do Governo Provincial, José João Ferreira de Aguiar, que teve como primeiro Juiz de Direito o Dr. Brasílio Quaresma Torreão Júnior

MOVIMENTOS POLÍTICOS, SOCIAIS E CÍVICOS

Nos movimentos políticos, sociais e cívicos, tem o Assu apreciável folha de serviços e heróicas tradições, seja na luta dos índios, durante quase tinta anos, ou em guerra dos mascates (1711), quer no movimento republicano de 1817.
Na revolta de Pinto MADEIRA (1831), PARTIU DO Assu sob o comando do major MANUEL LINES WANDERLEY e sem despesas para os cofres públicos, um contingente de 200 praças, que acampou três meses no Umari, e regressou a 7 de setembro de 1831, depois de sido preso o chefe revoltoso.
João Carlos Wanderley fazia parte da expedição. Esse contingente prestou valioso auxílio na demanda dos cubanos.
Na Guerra com o Paraguay, foi grande e valioso a concurso do povo do Assú, mandando, em 1865, para os campos de batalha, a fina flor da sua mocidade: ULISSES CALDAS, PONCIANO SOUTO, JOÃO PERCEVAL, MANUEL BARBALHO e tantos outros que se salientaram na rode peleja, em que o BRASIL contou vitória, cobrindo-se de glorias militares.
Politicamente, o valor dos açuenses também tem sido notável.
Em 1822, o SENADO DA CÂMARA DO ASSU insurgiu-se, por um documento celebre, contra o modo faccioso por que o Senado da Câmara de Natal destituiria,a 7 de setembro de 1822, obedecendo a inspirações do ouvidor, MARIANO JOSÉ DE BRITO LIMA e da força de linha, a Junta Governativa, eleita para substituir a JOSÉ IGNÁCIO BORGES, desde 3 de dezembro de 1821


CULTURA

A 28 de julho de 1874 foi inaugurada a Biblioteca Pública Municipal do Assu, pelo Dr. LUIZ CARLOS LINS WANDERLEI, com 581 volumes

Está localizada na microrregião do VALE DO ASSU, mesorregião OESTE POTIGUAR, a 206 quilômetros de distância de NATAL, pela BR 304. e 72 da cidade de Mossoró, pela mesma rodovia federal, limitando-se com os municípios de SERRA DO MEL, CARANAUBAIS, PARAÚ, JUCURUTU, ALTO DO RODRIGUES, AFONSO BEZERRA, IPANGUASSU, SÃO RAFAEL, MOSSORÓ e UPANEMA.


RECURSOS HÍDRICOS

O município é bem servido de recursos hídricos, com o maior reservatório d’gua do Estado, a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, inaugurada no dia 20 de maio de 1983, com capacidade para armazenar 2 bilhões e 400 milhões de metros cúbicos d’água, e mais o açude Mendubim com 76.349.000 ,o segundo maior açude do Estado, além do Rio Assu/piranhas, com 540 quilômetros de distância, que nasce no município de Conceição de Piacó-PB e faz foz no oceano atlântico potiguar, como também, a Lagoa do Piato, uma das maiores do Rio Grande do Norte

COMUNICAÇÃO

O primeiro órgão de comunicação pública da cidade do Assu foi uma agências dos Correios, criada no dia 1º de abril de 1818; já a segunda foi a Estação Telegráfica Nacional, instalado, devido a insistentes pedidos dos doutores XAVIER DA SILVEIRA e PEDRO VELHO, governadores provisórios do Estado do Rio Grande do Norte, a qual foi instalada no dia 11 de dezembro de 1890, situada na Rua São Paulo, havendo, por isso, grande regozijos da população
O primeiro jornal da cidade do Assú foi o ASSUENSE, fundado antes de O MOSSOROENSE (17/10/1872), no ano de 1865 impresso na TIPOGRAFIA L. Assuense, de propriedade do senhor JOÃO CARLOS WANDERLEY, situada na Travessa da Concórdia, tendo como impressor JOSÉ RODRIGUES DA SILVA que circulou até 1873, quando foi substituído pelo Correio do Assu, fundado a 7 de setembro de 1873. No dia 3 de janeiro de 1874 circulou o primeiro número da escova. Em 19 de novembro de 1917 foi criado o ALPHABETO, tendo como diretora MARIA CÂNDIDA DE MORAIS e redatoras: CECÍLA CÂNDIDA SILVA, MARIA LEITÃO e AMÉRICA DE QUEIROZ. O NORTE circulou pela primeira vez no dia 4 de agosto de 1912 e tinha como redatores: J. MEDEIROS e OTÁVIO AMORIM. A TRIBUNA circulou pela primeira vez no dia 24 de fevereiro de 1916, apresentando colaboração de J. GUANABARA, ALICE WANDERLEY, JOAQUIM INÁCIO FILHO e LINS CALDAS. Em 15 de janeiro de 1928 circulou a primeira edição do JORNAL DO SERTÃO e tinha como diretor Dr. Pedro Amorim
Em 17 de março de 1940 circulou o primeiro número do ASSU-JORNAL, órgão independente, tendo como diretor, DEMÓSTENES AMORIM.
Hoje, a cidade dispões de uma emissora de Rádio AM, a Princesa do Vale e uma, a ASSU FM, além do jornal semanário “TRIBUNA DO VALE DO ASSU”, fundado em 23 de abril de 1988, pelo tipográfico, linotipo e poeta JEOVÁ LIBERATO DA SILVA e seus filhos. Inicialmente impresso numa maquina linotype de 1940

CIDADE
A Lei nº 124, de 16 de outubro de 1845 elevou à categoria de Cidade a Vila Nova da Princesa, que teve como primeiro administrador o Coronel MANOEL LINES CALDAS, o qual recebe do seu antecessor, o Dr. LUIZ GONZAGA DE BRITO GUERRA. Porém, antes dessa data, Assú já tinha sua administração através da Câmara Municipal, assim sendo, a minha querida e amada cidade do Assu, igual a de Mossoró e outras comemoram sua data maior erradamente – 16 DE OUTUBRO, e sim, o certo seria 3 DE JULHO, quando o povoado conquistou o título de Vila a 3 de julho de 1783.
Assu é um dos municípios antigos do Rio Grande do Norte, cujas tradições de heroísmo e de inteligência constituem o orgulho dos seus habitantes. Era a metrópole do sertão e teve capitão general, que a própria capital Natal não teve. É conhecida como a terra dos poetas.

EDUCAÇÃO

As letras foram cultivadas e a lei de 15 de outubro de 1827 criou uma cadeira masculina e outra lei de setembro de 1829, uma feminina
A Cadeira de Latim, criada em 1827, foi regida pelo professor FRANCISCO EMILIANO PEREIRA, nascido na povoação da Barriguda, atual cidade de Alexandria, no município de Martins, o qual a instalou e suprimida em 1869, pelo presidente PEDRO DE BARROS, foi restaurada por lei de 3 de julho de 1870
TEVE duas cadeiras noturnas: uma provincial e outra particular, fundada pelo professor ELIAS SOUTO.
A Lei Provincial nº 417, de 4 de setembro de 1838 criou uma cadeira de língua francesa, que nunca funcionou
Em 1873, foi criada uma segunda cadeira primária do sexo feminino.
Com a república, foram suprimidas as aulas de latim e francês, a noturna e a segunda diurna masculina.
O Estabelecimento de ensino mais velha do município do Assu é o Grupo Escolar Tenente Coronel José Correia, criado pelo Decreto n° 254, de 11 de agosto de 1911 e inaugurado no dia 7 de setembro de 1911, que teve como seu primeiro diretor, O Professor Luiz Correia Soares De Araújo
Atualmente cidade dispõe de várias escolas públicas (estaduais e municipais), particulares e do Campus Avançado da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), denominado de PREFEITO VALTER DE SÁ LEITÃO-CAPVSL, foi criado através do Ato executivo nº 007/74-GP/FURRN, datado de 20 de novembro de 1974, e inaugurado no dia 16 de outubro de 1974, com os seguintes cursos: HISTÓRIA, PEDAGOGIA, ECONOMIA e LETRAS

2 comentários:

  1. Esse Franciso Emiliano Pereira é o mesmo que foi professor de Bezerra de Menezes?

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  2. Estou pesquisando sobre o poeta Moysés Sesyom, que viveu em Assu e nesta cidade veio a falecer em 1932. Ficarei grato se puder fornecer informações sobre o contexto histórico, político-social e religioso desse período.

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SOU O STRR PMRN JOTA MARIA, NASCIDO NA CIDADE DE MOSSORÓ-RN.AQUI OS OESTANOS VÃO CONHECER A HISTÓRIA DOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO . OESTE POTIGUAR. TENHO O MAIOR ORGULHO DE SER MOSSOROENSE E OESTANO DO RIO GRANDE DO NORTE. SOU SOU TORCEDOR DO BARAÚNAS, O MAIS QUERIDO DE MOSSORÓ E INTERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE

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